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Fábio Supérbi é encenador, marionetista e narrador oral. Trabalha com os contos tradicionais, memória e literatura.

Mora em São Miguel de Acha (Idanha-a-Nova), Beira Baixa (Portugal).

 

No Brasil, integra a Cosmoceânica, uma banda cênica para todas as infâncias. Colaborou como diretor no histórico Grupo Pasárgada. É também parceiro de criação da premiada Cia Que de Que. É curador no Festival Feira Internacional de Formas Animadas de São Paulo (Brasil), é também um dos diretores do (Re)Conexo – Encontro de Teatro de Formas Animadas (São Paulo/Brasil). Em Portugal, é curador do Festival Contos da Oliveira – Organização Ajidanha (Idanha-a-Nova). É membro da Estamos a Pensar Associação Cultural (Oeiras).

 

Seus trabalhos já visitaram inúmeros espaços, cidades e países, entre os quais Portugal, Argentina, Tailândia, Rússia, França, Espanha e Vietnam. Entre seus últimos trabalhos estão: Barbacena (2024-), Poronominaré (2023-), Martim Cererê - Grupo Pasárgada (2021-), Histórias na Marmita (2020-), Alguma Coisa (2019-), Simbad, o marujo (2014-2019), As Casas (2012-2016), do A Ilha do Tesouro (2016-), Cadê meu Nariz? (2010-), A Viagem de Ultra-Violeta (2011-2015) e Hércules (2008-2013).

 

É um dos fundadores da Heliodora plataforma de criação e entrecruzamento de linguagens.

 

Possui título de mestre pelo Instituto de Artes da UNESP - Universidade Estadual Paulista (São Paulo/Brasil), desde 2007, com enfoque no Teatro para as infâncias e juventudes. Licenciado em 2004, pela mesma Universidade, na área das Artes Cênicas. E especialização em Ensino Profissional pelo Senac-SP.

Manu Romeiro por Leo Eloy.JPG

Manu Romeiro é artista multidisciplinar, sendo as artes visuais, as artes performativas e a música suas áreas de atuação. Nasceu em São Paulo, Brasil. Atualmente vive em São Miguel de Acha, aldeia pertencente ao concelho de Idanha-a-Nova, Portugal.

 

Através de diversas linguagens artísticas busca tocar as expressões do ser humano-cidade-natureza, num processo de encontro e partilha com o outro, com a sociedade e com o ambiente que a rodeia.

 

Mestra em pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, graduada em artes visuais pela Faculdade de Artes Visuais da UNICAMP (Brasil). Estudou Cenografia e Figurino na SP Escola de Teatro (Brasil) e foi pesquisadora do atelier de gravura do Sesc Pompéia durante seis anos (Brasil).

 

Expõe o seu trabalho e participa de residência artísticas nacional e internacionalmente por países como Portugal, Brasil, Estónia, Itália, Coréia do Sul e Camboja; prêmio honorífico no SAV — Salão de Artes Visuais de Vinhedo 2022 (BR), Bolsa para artistas pela Incubadora Dao 2021 (PT) e menção honrosa no 1o Salão de Artes Visuais da Unicamp, 2007 (BR). 

 

Co-criou e fez parte de diversos coletivos como: Condomínio Cultural (São Paulo), a associação Estamos a Pensar (Oeiras), a associação Casimira – Companhia de Criação em Comunidade (Tomar), o grupo musical de canção autoral As Irmãs da Providência (Campinas), a banda de cúmbia Sonora Dromedário (São Paulo), o ateliê coletivo Ateliêta (São Paulo), entre outros. Colabora na área da direção de arte com grupos de dança (Grupo Vão, Bárbara Malavoglia) teatro (Fábio Superbi, Teatro do Largo, Antonela Gillardi) e cinema (Fábio Delduque, Helena Ignez, Beto Brant, Diego da Costa). Foi arte-educadora no “Vocacional” (projeto da Secretaria Municipal de São Paulo), orientadora do ateliê aberto de pintura do Condomínio Cultural e professora de artes em escolas e colégios de São Paulo.

 

Atualmente, é co-criadora da “Heliodora – plataforma de criação e entrecruzamento de linguagem” e proponente do projeto em execução, GESTOS REMANESCENTES: O FOGO, contemplado pelo apoio para projetos de criação da dgArtes – Simplificado. Realiza a performance Retrato Falado por diversas regiões de Brasil e Portugal, desde 2014.

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